<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5030010774151217235</id><updated>2011-04-21T11:52:09.775-07:00</updated><title type='text'>Marilês/Sóciogeo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://marilesabo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5030010774151217235/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marilesabo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marilês</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05555973153101652672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5030010774151217235.post-6814231166899884931</id><published>2008-07-21T17:11:00.000-07:00</published><updated>2008-07-21T17:12:58.324-07:00</updated><title type='text'>Rio Nilo, O Rei dos Rios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#330033;"&gt;Medição de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais conclui que o Rio Amazonas é o mais extenso da Terra. E olhe que eles também aumentaram o comprimento do Nilo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo indica que o Amazonas é o rio mais longo do planeta, e não o Nilo, como ensinam os livros de geografia. Na semana passada, um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou os resultados de dezesseis anos de pesquisas, durante os quais retraçou o curso do Amazonas de sua foz, na divisa do Pará com o Amapá, até a nascente, nas cabeceiras do Rio Apurimac, no Peru. Com base em imagens de satélite e uma pesquisa de campo na Cordilheira dos Andes, os cientistas do Inpe concluíram que o rio sul-americano é 592 quilômetros maior do que se supunha. O grupo aplicou os mesmos critérios ao Nilo e descobriu que ele também estava subdimensionado. No seu caso, em 202 quilômetros. A diferença entre ambos passou a ser de 140 quilômetros – em favor do Amazonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Inpe só apresentará oficialmente o trabalho à comunidade científica em setembro, durante o Simpósio Latino-Americano de Sensoriamento Remoto. Os cientistas responsáveis pela medição se anteciparam à ocasião e conseguiram que o Instituto Geográfico Nacional do Peru e a Agência Nacional de Águas chancelassem os seus resultados. Também enviarão o trabalho à Royal Geographical Society e à National Geographic Society, que mediram o Nilo e o Amazonas pela primeira vez. Repassaram, ainda, a informação à Enciclopédia Britânica. Se a medição dos brasileiros for reconhecida por todos, é provável que não demore muito para que a famosa coleção passe a considerar o Amazonas, além de o mais caudaloso, o maior rio do mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#330033;"&gt;Leonardo Coutinho  veja de 09/07/08)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5030010774151217235-6814231166899884931?l=marilesabo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marilesabo.blogspot.com/feeds/6814231166899884931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5030010774151217235&amp;postID=6814231166899884931' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5030010774151217235/posts/default/6814231166899884931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5030010774151217235/posts/default/6814231166899884931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marilesabo.blogspot.com/2008/07/rio-nilo-o-rei-dos-rios_21.html' title='Rio Nilo, O Rei dos Rios'/><author><name>Marilês</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05555973153101652672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5030010774151217235.post-2357443822010634585</id><published>2008-07-21T06:45:00.000-07:00</published><updated>2008-07-21T06:47:14.821-07:00</updated><title type='text'>Rio Nilo, O Rei dos Rios</title><content type='html'>O rei dos rios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medição de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais conclui que o Rio Amazonas é o mais extenso da Terra. E olhe&lt;br /&gt;que eles também aumentaram o comprimento do Nilo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo Coutinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo indica que o Amazonas é o rio mais longo do planeta, e não o Nilo, como ensinam os livros de geografia. Na semana passada, um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou os resultados de dezesseis anos de pesquisas, durante os quais retraçou o curso do Amazonas de sua foz, na divisa do Pará com o Amapá, até a nascente, nas cabeceiras do Rio Apurimac, no Peru. Com base em imagens de satélite e uma pesquisa de campo na Cordilheira dos Andes, os cientistas do Inpe concluíram que o rio sul-americano é 592 quilômetros maior do que se supunha. O grupo aplicou os mesmos critérios ao Nilo e descobriu que ele também estava subdimensionado. No seu caso, em 202 quilômetros. A diferença entre ambos passou a ser de 140 quilômetros – em favor do Amazonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Inpe só apresentará oficialmente o trabalho à comunidade científica em setembro, durante o Simpósio Latino-Americano de Sensoriamento Remoto. Os cientistas responsáveis pela medição se anteciparam à ocasião e conseguiram que o Instituto Geográfico Nacional do Peru e a Agência Nacional de Águas chancelassem os seus resultados. Também enviarão o trabalho à Royal Geographical Society e à National Geographic Society, que mediram o Nilo e o Amazonas pela primeira vez. Repassaram, ainda, a informação à Enciclopédia Britânica. Se a medição dos brasileiros for reconhecida por todos, é provável que não demore muito para que a famosa coleção passe a considerar o Amazonas, além de o mais caudaloso, o maior rio do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Publicidade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5030010774151217235-2357443822010634585?l=marilesabo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marilesabo.blogspot.com/feeds/2357443822010634585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5030010774151217235&amp;postID=2357443822010634585' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5030010774151217235/posts/default/2357443822010634585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5030010774151217235/posts/default/2357443822010634585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marilesabo.blogspot.com/2008/07/rio-nilo-o-rei-dos-rios.html' title='Rio Nilo, O Rei dos Rios'/><author><name>Marilês</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05555973153101652672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5030010774151217235.post-1297873206210161261</id><published>2008-07-21T06:10:00.000-07:00</published><updated>2008-07-21T06:21:49.739-07:00</updated><title type='text'>Fuga de cérebros ou exportação de talentos?</title><content type='html'>&lt;span class="revistasTitulo"&gt;&lt;/span&gt;                 &lt;p class="revistasSubTitulo" align="left"&gt;Com escassez de mão-de-obra                    qualificada, países ricos&lt;br /&gt;                  tentam atrair imigrantes com diploma universitário&lt;/p&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;img src="http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/fio_assinatura.gif" height="5" width="223" /&gt;&lt;br /&gt;                  &lt;span class="revistasAssinatura"&gt;Diogo Schelp&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;                 &lt;table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="1" width="400"&gt;                   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                     &lt;td&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;&lt;span class="revistasCredito"&gt;Gilberto                        Tadday&lt;br /&gt;                      &lt;/span&gt; &lt;img src="http://veja.abril.com.br/160708/imagens/demografia1.jpg" height="300" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;                   &lt;tr&gt;                     &lt;td&gt;                        &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasLegendaCor"&gt;PARCERIA                          ENTRE CÉREBROS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                        &lt;span class="revistasLegendaSemBold"&gt;O neurologista Marcelo                          Bigal, de 38 anos, tinha consultório em Ribeirão                          Preto, no interior de São Paulo, quando viajou                          para cursar pós-doutorado nos Estados Unidos, com                          uma bolsa da Sociedade Internacional de Cefaléia,                          em 2001. Seu plano era voltar, mas não pôde                          recusar o convite para ser professor na Faculdade de Medicina                          Albert Einstein, em Nova York. Neste ano, Bigal assumiu                          o cargo de diretor mundial para assuntos científicos                          de neurociências da Merck &amp;amp; Co., uma das maiores                          companhias farmacêuticas do mundo. Nessa função,                          Bigal pretende convidar cientistas brasileiros a apresentar                          projetos de pesquisa que possam ser financiados pelo laboratório.                          "Sempre procurei abrir as portas daqui para os colegas                          brasileiros, porque os conheço e sei que são                          bons", diz Bigal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;                 &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                &lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;                &lt;table align="right" bgcolor="#eeeeee" border="0" cellpadding="0" cellspacing="9" width="200"&gt;                   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                      &lt;td&gt;                        &lt;div id="retrancaCC9900"&gt;VEJA TAMBÉM&lt;/div&gt;                       &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;                         &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                            &lt;td&gt;&lt;span style="color:#cc9900;"&gt;&lt;b&gt;Nesta reportagem&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;                            • &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/160708/popup_demografia.html" target="_blank"&gt;Quadro:                              O diploma é bem-vindo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                         &lt;/tr&gt;                       &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                     &lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;                 &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;O físico carioca                    Mauro Ferreira está pensando em pedir a cidadania irlandesa.                    Professor e pesquisador na universidade de Dublin há                    nove anos, o brasileiro de 39 anos destaca-se por seus estudos                    na área de nanotecnologia. A carreira de Ferreira poderia                    ser classificada, por aqueles que se preocupam com a saída                    de talentos para o exterior, como um caso exemplar de "fuga                    de cérebro". A expressão carrega a idéia,                    obviamente negativa, de que cada especialista que se muda para                    outro país, em especial quando sua formação                    acadêmica foi paga com dinheiro público, representa                    uma perda para o Brasil. Essa é uma lógica do                    passado, superada pelo aumento do intercâmbio econômico,                    cultural, científico e humano entre os países.                    Ou, para condensar numa só palavra, pela globalização.                    Da mesma forma que as nações tentam atrair investimentos,                    há hoje uma disputa global por trabalhadores altamente                    qualificados. É um tipo de migração que                    nada tem de ilegal, clandestina ou indesejada. Os especialistas                    a chamam de "circulação de talentos".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;Nove em cada dez migrantes                    qualificados têm como destino algum país rico.                    Apesar do número impressionante, a demanda ainda supera                    fartamente a oferta, o que acirra a disputa por talentos. Os                    países importadores buscam não apenas cientistas,                    como o físico Ferreira, mas uma variedade de profissões                    com formação universitária, de engenheiros                    a gerentes de vendas. Em tese, deveria haver candidatos em abundância.                    Uma pesquisa realizada em 27 países pela Manpower, empresa                    de recrutamento e seleção com sede nos Estados                    Unidos, divulgada no mês passado, mostrou que os trabalhadores                    qualificados têm maior disposição para viver                    no exterior. Quase 90% dos profissionais com mestrado topariam                    mudar de país se surgisse uma oportunidade de carreira,                    contra 62% daqueles com nível educacional inferior ao                    ensino médio. Na prática, a demanda supera a oferta.                    A Noruega é um exemplo de esperanças frustradas.                    Com a taxa de desemprego em irrisórios 2%, as empresas                    daquele país simplesmente não conseguem ocupar                    com noruegueses todas as vagas disponíveis para engenheiros                    e executivos. A Noruega estabeleceu uma cota anual de 5 000                    imigrantes qualificados de fora da Europa, mas as vagas jamais                    são totalmente preenchidas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;Os brasileiros estão                    entre os menos dispostos a arriscar-se no exterior. No ranking                    dos países que mais exportam mão-de-obra qualificada,                    o Brasil aparece em modesto 28º lugar. Estima-se que apenas                    10% dos brasileiros que vivem no exterior tenham diploma universitário.                    Não é motivo para comemorar. Ao contrário                    do que possa parecer, exportar talentos é saudável                    para um país em desenvolvimento. Sobretudo se a capacidade                    de seu mercado de trabalho absorver esses profissionais for                    pequena. "Um taxista com diploma universitário em                    Lagos ou Bogotá seria mais útil ao país                    se estivesse trabalhando no exterior e enviando dinheiro para                    casa", disse a VEJA o cientista político austríaco                    Michael Jandl, do Centro Internacional para o Desenvolvimento                    de Políticas de Migração, em Viena. Se                    o imigrante estiver atuando em sua área de especialização,                    tanto melhor. De pouco adianta ter um engenheiro brasileiro                    fazendo seu pé-de-meia como garçom em um pub inglês.                    Isso é o que os economistas que estudam a imigração                    chamam de "desperdício de cérebros".                    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;Se esse mesmo imigrante                    for contratado por uma empresa de engenharia, por uma universidade                    ou conseguir montar o próprio negócio, poderá                    dar inúmeras contribuições ao país                    de origem. A mais relevante é o estabelecimento de uma                    rede de contatos profissionais que inclua alguns de seus conterrâneos.                    "Os imigrantes normalmente mantêm vínculos                    com sua família, amigos e ex-colegas de faculdade, que,                    muitas vezes, se transformam em relações comerciais                    ou científicas", diz a socióloga alemã                    Maren Borkert, do Fórum Internacional e Europeu para                    Pesquisas em Migração. Mauro Ferreira coordena                    um grupo de pesquisa com cinco físicos em Dublin. Dois                    deles são brasileiros com bolsas inteiramente financiadas                    pela Irlanda. Eles dificilmente teriam tido essa oportunidade,                    não fosse a intermediação de Ferreira,                    que faz questão de receber currículos do Brasil                    e indicações de estudantes feitas por seus ex-professores.                    "Não existe carta de recomendação                    melhor do que a palavra de alguém que você conhece",                    diz Ferreira. Ele também ajuda seus colegas irlandeses                    a escolher candidatos brasileiros para bolsas de pesquisa. Para                    completar, metade dos artigos científicos publicados                    pelo físico carioca teve a parceria de compatriotas.                    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p align="left"&gt; &lt;/p&gt;                 &lt;table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="1" width="300"&gt;                   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                     &lt;td&gt;&lt;span class="revistasCredito"&gt;Roberto Setton&lt;br /&gt;                      &lt;/span&gt; &lt;img src="http://veja.abril.com.br/160708/imagens/demografia3.jpg" height="189" width="300" /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;                   &lt;tr&gt;                     &lt;td&gt;                        &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasLegendaCor"&gt;RETORNO                          SEGURO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                        &lt;span class="revistasLegendaSemBold"&gt;Dois anos depois                          de se formar em comércio exterior, a paulistana                          Aline Fazzi, de 34 anos, foi convidada a embarcar para                          a Suécia como analista da indústria farmacêutica                          em que trabalhava. Ficou dez anos por lá. Nesse                          período, deixou o emprego e foi para uma companhia                          de exportação e importação,                          na qual coordenava uma equipe de 200 vendedores. Fluente                          em inglês, italiano e espanhol, ela teve de aprender                          também sueco e norueguês. Há seis                          meses, decidiu voltar ao Brasil para ficar perto da família                          e se tornou consultora de comércio exterior, intermediando                          negócios entre empresas brasileiras e chinesas                          do setor têxtil. "A experiência fora                          do país fez com que eu tenha, hoje, mais contatos                          no exterior do que no Brasil", diz Aline.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;                 &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;Os chineses e indianos                    já descobriram as vantagens de exportar talentos para                    estabelecer canais de negócios e redes de relacionamentos                    profissionais. Na China, essa preocupação é                    parte da política governamental desde o fim da década                    de 70. A estratégia foi enviar um grande número                    de estudantes de nível universitário ao exterior,                    mesmo correndo o risco de apenas uns poucos voltarem. Entre                    1978 e 2006, apenas um quarto de todos os chineses que foram                    estudar fora do país voltou. Na Índia, a debandada                    de cérebros foi causada, inicialmente, por falta de oportunidades                    no mercado de trabalho local. Entre 1964 e 2001, 35% dos profissionais                    que se formaram no Instituto Indiano de Tecnologia, com filiais                    em sete cidades, mudaram-se para o exterior. Os resultados não                    poderiam ter sido melhores. "Os expatriados indianos criaram                    mais empresas de tecnologia da informação nos                    Estados Unidos do que a China, o Brasil, a Rússia e a                    Inglaterra juntos", disse a VEJA o indiano Ashutosh Sheshabalaya,                    autor do livro &lt;i&gt;Made in Índia,&lt;/i&gt; sobre o crescimento                    econômico do país. Cada indiano qualificado no                    exterior é uma espécie de adido comercial informal                    da Índia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;O geneticista brasileiro                    Alysson Renato Muotri, que pesquisa células-tronco em                    um laboratório em La Jolla, nos Estados Unidos, e no                    mês passado foi contratado pela Universidade da Califórnia,                    conta um episódio que demonstra com perfeição                    como a exportação de talentos pode ser benéfica.                    Há dois anos, ele se encontrou com o presidente de uma                    grande empresa americana de pesquisas genéticas que acabara                    de abrir um laboratório para estudar células-tronco                    na Índia. "Eu comentei que seria ótimo ele                    abrir uma filial no Brasil, onde temos ótimos pesquisadores",                    diz Muotri. A resposta do executivo foi: "Eu não                    tenho nenhum contato no Brasil nem sequer saberia onde abrir                    um laboratório por lá. Você é o primeiro                    brasileiro que eu conheço. Quando olho em volta, só                    vejo indianos".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="1" width="100%"&gt;                   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                      &lt;td width="40%"&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;&lt;span class="revistasCredito"&gt;Gilberto                        Tadday&lt;br /&gt;                      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;img src="http://veja.abril.com.br/160708/imagens/demografia5.jpg" height="300" width="180" /&gt;&lt;/td&gt;                     &lt;td width="60%"&gt;                        &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasLegendaCor"&gt;INVESTIMENTO                          ESTRANGEIRO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                        &lt;span class="revistasLegendaSemBold"&gt;Carolina Verissimo,                          de 30 anos, é gerente de competências estratégicas                          na multinacional americana Whirlpool, em Benton Harbor,                          pequena cidade nos arredores de Chicago. Natural de Fortaleza,                          Carolina foi contratada pela empresa depois de terminar                          seu MBA em recursos humanos nos Estados Unidos. "Se                          eu não tivesse vindo para cá, meu amadurecimento                          profissional não teria sido tão rápido",                          diz Carolina. Ela envia parte de seu salário à                          família, no Ceará, e só investe em                          ações de empresas brasileiras na bolsa de                          valores americana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                       &lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;                 &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;A experiência                    indiana serve para ilustrar outro benefício do intercâmbio                    de cérebros: muitos emigrantes qualificados acabam voltando,                    na maioria das vezes melhores – com novas habilidades,                    fluência em idiomas estrangeiros e mais dinheiro –                    do que quando saíram. No ano passado, apenas três                    empresas indianas de computação e software com                    filiais nos Estados Unidos, sozinhas, obtiveram um em cada sete                    vistos de trabalho temporário para imigrantes qualificados                    oferecidos pelo governo americano. "Elas trazem esses engenheiros                    para os Estados Unidos por três ou seis anos, para receber                    treinamento de alta qualidade, e depois os levam de volta à                    Índia para trabalhar em empresas que competem conosco",                    reclamou recentemente o senador americano Richard Durbin. Calcula-se                    que 40 000 programadores indianos que trabalharam nos Estados                    Unidos e na Inglaterra vivem hoje em Bagalore, a capital da                    computação da Índia. "A única                    maneira de trazer de volta a mão-de-obra qualificada                    que foi se capacitar no exterior é criar oportunidades                    de trabalho em seu país de origem", diz Marco Antonio                    Raupp, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da                    Ciência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt; A China está                    fazendo exatamente isso. Não com leis autoritárias                    que obriguem suas mentes brilhantes a retornar, mas com ofertas                    tentadoras de emprego. Os executivos chineses que retornam ganham,                    em média, três vezes mais do que aqueles que nunca                    se aventuraram no exterior. Desde 2006, quintuplicou o número                    de chineses com educação superior que decidem,                    a cada ano, voltar para casa. Ou seja, é preciso competir                    pelos talentos com a mesma moeda que os levou a emigrar. Para                    recuperar os cientistas, a equação é um                    pouco mais complicada porque, além de salário,                    é preciso oferecer boas condições de trabalho,                    como financiamento às pesquisas. "No caso do Brasil,                    essas condições existirão no dia em que                    forem criadas oportunidades de pesquisa nas empresas privadas",                    diz Marco Antonio Zago, presidente do CNPq, o órgão                    de fomento científico do Ministério da Ciência                    e Tecnologia. Ainda estamos longe de chegar a esse estágio:                    nos países ricos, 70% dos pesquisadores estão                    na indústria. No Brasil, ao contrário, só                    20% estão fora das universidades. A melhor parte da circulação                    global de talentos é a constatação de que                    quem vai pode voltar mais experiente e preparado do que era                    quando partiu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;                &lt;/p&gt;                 &lt;p align="right"&gt;&lt;br /&gt;                &lt;/p&gt;                 &lt;i&gt;&lt;span class="revistasNotaRodape"&gt;Com reportagem                    de Duda Teixeira&lt;br /&gt;Fonte: Revista veja 16/07/2008&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5030010774151217235-1297873206210161261?l=marilesabo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marilesabo.blogspot.com/feeds/1297873206210161261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5030010774151217235&amp;postID=1297873206210161261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5030010774151217235/posts/default/1297873206210161261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5030010774151217235/posts/default/1297873206210161261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marilesabo.blogspot.com/2008/07/fuga-de-crebros-ou-exportao-de-talentos.html' title='Fuga de cérebros ou exportação de talentos?'/><author><name>Marilês</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05555973153101652672</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
